Boas!
Em primeiro lugar, obrigado pela crítica que sendo construtiva é sempre bem-vinda
1. No que se refere ao laser efectivamente não foi uma das minhas melhores ideias

mais infeliz foi ainda a de postar a sua concretização. Tenho recebido vários mails a pedirem-me informação adicional que me tenho negado a dar pois considero que aquilo pode mesmo ser perigoso. Mais uma vez infelizmente o laser exerce um fascinio muito grande sobre o pessoal.
1.1 Eu nunca disse que tinha qualquer sistema apontador para os olhos (e não tenho); o que dissse foi que se o laser for olhado directamente pode cegar pois possui várias centenas de mW
1.2 Na versão actual essa minha ideia foi reestruturada de tal forma que no caso de movimento externo o laser é activado e reflectido por vários espelhos, que o fazem precorrer em três feixes, parte do perímetro da casa, dando um efeito bonito e eventualmente dissuasor

2 No que se refere ao elevado número de condutores, é verdade que tenho alguns Km de condutores em casa, no entanto cada módulo do sistema é desligado em fichas tipo RJ45, pelo que a cablagem extra foi para ter esta funcionalidade. No que se refere ao Zigbee e Zwave e outros que tais, por favor repara que o meu projecto começou há mais de uma década... Actualmente incorpora várias tecnologias como o bluethoot, o rfid, alguns microprocessadores pelo meio, RF codificado, rs232, .... e alguns CABOS que meramente transportam informação seja com ou sem qualquer tipo de protocolo. O sistema é centralizado naquilo que chamo pomposamente "Nó zero", pelo que não é de admirar que haja muitos cabos. Adicionalmente a ausência de protocolos de comunicação em parte do sistema, torna o mesmo mais robusto. É claro que se hoje começasse um projecto deste gênero, concerteza acabaria numa situação algo diferente...não sei!... a verdade é que o sistema tal e como está funciona e tem-se revelado suficientemente robusto
3. Quando digo que o sistema é flexível, óbviamente que é flexível ... para mim, ou para alguém que o possa entender; mas esse é que foi o meu objectivo. Nunca tive em em mente comercializar o sistema. De qualquer forma o meu sistema é aberto. Qualquer pessoa com conhecimentos razoáveis de electronica e de programação, é capaz de mexer nele (depois de umas 200h de formação

) Já o mesmo não se pode dizer dos sistemas comerciais... Em qualquer dos casos hoje o nível de evolução do software já é razoávelmente alto, pelo que só necessito de mexer na programação em caso de querer alterar ou acrescentar funcionalidades, pois tenho a mesma sistematizada em cenários que posso activar ou desactivar com um toque...
4. Tens razão: o watchdog é para reiniciar o sistema em caso de instabilidade/lentidão exagerada e continuada (tenho dois: um por hardware e um por software)
5. Tenho uma UPS que me alimenta o servidor e tenho uma bateria de 12V/60Ah que me aguenta os sistemas de intrusão e as interfaces
A UPS dura cerca de 15min (é mais para evitar que o servidor "se atire ao chão" por uma falha intermitente de alimentação" A bateria dura cerca de 12 horas. Em caso de falha de corrente prolongada, caindo o servidor, deixo de ter registo e controlo sobre o sistema. Fico com o sistema anti-intrusão 100% operacional , mesmo com detecção de movimento e de portas no exterior da casa e com modem GSM e sirenes operacionais. O mesmo acontece com os detectores de fumo de inundação e de gás (100% operacionais) Tenho também iluminação de emergência em todas as divisões (LED)
Espero ter respondido ás tuas questões
MC
António Oliveira